A cada palavra, uma gota do meu sangue escoa
Flui pelas linhas empoeiradas
Os parágrafos trancados à toa
E as coletâneas levemente desgastadas
Flui pelas linhas empoeiradas
Os parágrafos trancados à toa
E as coletâneas levemente desgastadas
O poeta incoerente, deitado sobre a mesa
Se mostra inerte em meio ao caos literário
Suas obras degradam sob a luz acesa
É sua consciência de um escritor sem honorário
Seu último poema ainda incompleto
Retrata seu sentimento de saudade
Sentimento tão grande que o fez repleto
De medos e vontades
Que acabaram impedindo sua inspiração
Privando sua mente e seu coração
Trancando ideias e planos
E aprisionando sua mente aos danos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário