Nada acaba sem um novo começo,
Doloroso mas que nos ensina
A termos nosso próprio apreço,
Por uma pessoa ou algo que nos fascina
Assim como qualquer início caminha para o fim,
Uma constante universal que nos assombra,
Mas ainda não me impede de dizer sim,
Pois não guardo meus amores sob a sombra
A dualidade ainda me incomoda no fundo,
Os dois lados de uma mesma moeda,
A esquerda e a direita, o teu e o nosso mundo,
O amor e o ódio, você e o poeta
Essa exposição das nossas sensações
Para que aceitem nossos corações
É ridículo, eles que entendam a aceitação
Eles que respeitem nossa relação.
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