Bem-vinda ao meu poema:
Às vezes penso que o tempo é um espelho partido,
Refletindo versões de nós que já não nos cabem.
E mesmo assim, nas fendas do infinito,
Ainda me perco nas possibilidades que me atraem.
Que merda…
Talvez nossa vida seja um romance de Emily Brontë.
Ou quem sabe aquela clássica do Exalta:
“É muito mais que desejo, é muito mais que amor…”
Mas se você ainda tá ouvindo isso aqui, talvez algo na minha oratória te seduza.
Talvez seja meu estilo de geminiano alternando intensidade,
Ou esse jeito criativo de vender ideias,
Colocando em poesia o que me atormenta na realidade.
Porque, no fim, eu sou responsável pelo que escrevo,
Não pelo que você entende.
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